O que me trouxe a epilepsia

O tempo da faculdade aproximava-se do final e recordo-me de estar numa palestra, num anfiteatro pequeno e escuro, mas a verdade é que depois destes anos todos há muitas coisas que não me recordo, e me deixam dúvidas. A verdade é que passados estes anos todos há coisas que recordo como se fossem hoje. A verdade é que passados estes anos todos, diariamente aprendo coisas novas sobre mim, e sobre como viver melhor com a epilepsia.▽

Onde quer que vás, a tua mente não te larga.

“Nós somos o que comemos”, já ouviste ou leste esta frase?
Estou certa que sim, que te é familiar, ou se não a conheces, pelo menos, estou certa que te fará sentido. Mas, mais do que comemos, nós somos o que pensamos. Somos, sentimos, pensamos, vivemos. Somos emoções, somos este corpo, esta mente, esta personalidade. E tudo isso, e muito mais, se reflete em quem somos, e na forma como encaramos a vida, e todos os desafios que ela nos lança.

Eu tenho epilepsia.

Dizê-lo torna tudo demasiado real.Escrevê-lo torna tudo demasiado intenso.Pensá-lo torna tudo demasiado vivido. ⧊ E sentir?Viver é sentir. Sentir é viver.▽ Somos abençoados com esta oportunidade de viver, começamos por querer controlar cada passo que damos, cada ação que realizamos, cada pensamento… E acabamos a funcionar em piloto automático na maior parte do nosso dia-a-dia. Ler mais…

Pressupostos.

Esta semana, enquanto regressava a casa na minha querida Becas (sim, eu dei nome à minha bicicleta!!!), dei por mim numa reflexão bem curiosa.E alguém que me corrija se estiver errada!▽ Desde Outubro de 2020 que a bicicleta é o meu meio de transporte diário, faça chuva ou faça sol, esteja calor ou esteja frio! Ler mais…

And so it is…

Viver com uma doença crónica não é fácil mas não tem que ser difícil. O diagnóstico tem que passar para segundo plano, e passamos a procurar tudo aquilo que nos faça sentir bem e contribua para nos mantermos saudáveis, o melhor que podemos. Há uns anos um tio (Lembras-te? Claro!) falou-me para ter atenção à Ler mais…